Do fundo do meu coração:
Não esperes que te diga tudo. É praticamente impossível.
Sei dizer que foram 5 anos maravilhosos.
Começámos tão mal, por tua culpa. Malvada.
Sabes perfeitamente que a nossa amizade não era como as outras, até cheguei a dizer-te uma vez que nós nem parecíamos amigas (que ingénua). O que me fazia pensar isto era o facto de sempre que estávamos juntas só riamos. MAIS NADA ! Pensei que isso começava a ser estúpido, porque achava que as melhores amigas só se aconselhavam-se e apoiavam, não se “cagavam” a rir, sempre, por tudo. Mas esqueci-me que rir com quem mais gostamos e com gosto é das melhores coisas da vida. Esqueci-me que ao sorrirmos por tudo, já estávamos a melhorar as coisas. Esqueci-me que o sorriso de alguém pode fazer-nos muito felizes. Esqueci-me que tinha uma GRANDE PESSOA a meu lado e que a tua felicidade fazia a minha.
Se formos a ver os nossos momentos têm um recheio especial fantástico. Contando com os maus, que nus servem sempre para alguma coisa. Márcia, sempre foste um mundo para mim. Aprendemos tanta coisa juntas. Já dissemos coisas sem pensar, já discutimos, já levas-te chapadas merecidas (e eu também levei). Até chegámos a pensar que tudo isto já se tinha acabado, mas no fundo estávamos distantes de nós próprias. Continuamos aqui. A nossa é a amizade mais bonita que conheço, porque somos felizes verdadeiramente e unidas em tudo. Tenho a certeza que VIVI tudo, o que já lá vai, com a maior intensidade, todos os momentos e pequenos pormenores. Por vezes até pode parecer que esqueci tudo, mas não. Nunca esqueci.
Desde que te conheço que sei que és diferente. És á tua maneira. E uma maneira especial. Lembro-me que sempre gostaste de ter o teu próprio estilo, os teus acessórios, a tua moda. Um dia, no nosso 6º ano, quando ainda se via muuuuito pouco isso por aí, apareces-te de gravata na escola, com uma saia escocesa curta. Achei que estavas linda. Foste tão original, mais ninguém usava. Pelo menos ali ! Foi a partir desse dia que mudas-te completamente. Continuando…
És uma pessoa fantástica, és a que faz tudo valer a pena, és a que vou querer lembrar sempre, és a minha vai na volta e diz que me odeia porque está irritada com outro mundo, és a que dá o conselho mais certo que haver morangos no Verão, és a minha actriz preferida, és uma inspiração, és um orgulho, és aquela que me tira do medo, das angústias com uma conversa e gargalhadas. És a pessoa que mais devo dinheiro e não faço intenções de pagar. És aquela que me lê os pensamentos, e basta um olhar para soltarmos a gargalhada mais profunda e duradoura, ou então algo mais sério. És a que mais confio. O meu sonho de teatro quero segui-lo contigo, porque tudo o que já sabemos sobre isso aprendemos e praticámos juntas. És muito implicativa. Tens uma capacidade de me tirar os nervos fantástica. És a Márcia que por mais distante e vazia que estejas comigo, vou amar-te sempre.
Aceito tudo da tua parte, porque te compreendo e desde que para ti esteja bem, para mim também está. Sei que não me vais desiludir, sei que á primeira lágrima que me cair, seja pelo que for, tu vais limpá-la e sofrer comigo.
As nossas conversas só nós percebemos, estamos sempre em sintonia. É contigo que falo uma língua estranha qualquer, e tu respondes como se percebesses. Já conheço os teus tiques, as tuas manias, até onde vai a tua coragem. Sei que jamais desistirias da vida. Sei que não baixas os braços por nada. Tens medo do corredor da minha casa, e sempre que lá passas ao escuro, dás um grito, agarras-me a mão, tremes por todos os lados e corres para o quarto comigo (desato a rir). Amas ser o centro das atenções. Quando estás nos dias NÃO, nem me olhas nos olhos. Sei que quando estás a tomar atenção a alguma coisa fechas só um olho. Sei que tens que apanhar o cabelo pelo menos 3 vezes ao dia. Sei que se te fizer rir até chorares, ficas cheia de falta de ar e toda vermelha. Tens um perfume diferente todos os dias. Sei o que estás a sentir sem dizeres uma única palavra. Sou capaz de ficar cheia de fome e dar-te o meu bolinho de chocolate. Já sei que quando vens a minha casa convém eu ter queijo ! Tens a inevitável mania de falar mal de todas as pessoas que passam por ti. Começas a babar-te quando te mexem no braço devagarinho com as pontas dos dedos. Fazes tudo com um objectivo. (…)
Desde que tenho bem a noção da minha vida que estás comigo, a meu lado. Para onde quer que eu vá, sei que algures estás lá sempre tu.
Tempos e tempos passados contigo nunca me cansam.
Não tenho medo da sinceridade contigo, porque sei que a aceitas e eu aceito a tua. Nem penso na maneira como vou agir, porque já me conheces (talvez melhor que eu própria) e perdoas-me sempre.
Mentira, falsidade, ciúme, e desconfiança não existem no nosso dicionário.
Se ficasses uma semana na minha casa era o mesmo que estar lá eu. Cada palavra que dizemos serve de paródia. A comermos juntas cuspimos tudo, e só o meteres a bebida á boca matamo-nos a rir. Tudo com uma naturalidade enorme que para nós já nem é estúpido. Ninguém nus faz rir como rimos juntas. É único. É lindo.
Há barreiras da tua vida que não permites que ninguém invada, e eu respeito. Não tenho que saber tudo (ninguém tem). Tens esse direito. Falamos muita coisa, tudo o que temos necessidade de falar, falamos sem problema.
Agora voltemos tempos atrás, e recordemos as tantas coisas inesquecíveis:
O que me lembro melhor e como se fosse hoje, foi aquela hora de almoço que íamos a minha casa. Reparei que não tinha chave e o pessoal estava a trabalhar. Tínhamos que almoçar na mesma e a única alternativa era saltar pela janela do meu quarto. Mas era do lado da horta do velho, o muro com rede tinha quase 3m de altura ! Eu tinha medo. Só podia passar agarrada a uma corda por cima do telhado dum barracão podre de velho e cheio de ratos mesmo a cair. Eu arrisquei e passei por aquilo. A hora de almoço já estava a acabar, passámos o tempo todo a pensar o que íamos fazer e agora era tarde. Cheguei perto da janela mesmo a cair e a rir que nem uma perdida, abri-a e saltei para dentro. O que é que eu vejo? A minha irmã sentada ao computador, como se nada fosse. PASSEI-ME COMPLETAMENTE ! Lembro-me da única coisa que ela disse: “O que é que estás aí a fazer? :O”, senti-me uma ladra. Fui abrir-te a porta para veres a situação mais estúpida que tinha acontecido e fomos embora (somos ou não estúpidas?)
Todas as segundas levávamos dinheiro para a semana toda, gastávamo-lo num dia a almoçar hambúrguer e batatas fritas na churrasqueira ! Se eu não tinha dinheiro tinhas tu e vice-versa.
Íamos para a casa da Alexandra todas as horas de almoço, e tentávamos roubar-lhe comida. Porque ela era super egoísta e nunca nos oferecia nada, mesmo quando tínhamos fome. Jogávamos EYE TOY até suarmos como uns camelos e chegávamos atrasadas ás aulas.
O jogo do copo, que demorámos montes de tempo a começar, porque eu estava cheia de medo. E quando começámos pedimos que o espírito nos desse uma pista e bateu qualquer coisa na janela. Ficámos super assustadas, fomos ver, e era o Miguel a gritar para abrirmos a porta do prédio para jogar também ! Que cúmulo.
Quando passámos um período inteiro a jogar Silent Hill na PS2, também na casa da Alexandra. Fazíamos daquilo uma coisa real.
Uma hora de almoço na minha casa em que te ris-te tanto, tanto, tanto que ao te deitares bates-te com a cabeça num espelho e partiste-o ! Riste-te ainda mais, sem conseguires parar e ficas-te cheia de falta de ar. Quando voltámos para a escola, fingis-te que tinhas ficado deficiente por teres batido com a cabeça.
Ainda brincámos ás barbies, que queridas. Os jogos estúpidos no meu quintal. As aulas em que só nos interessava ouvirmo-nos uma á outra, mas sempre passámos de ano e sabíamos tudo. A professora de inglês, aquele cúmulo de mulher ! O Ruben e o Daniel. Aqueles bancos ao lado do primeiro pavilhão, onde tivemos grandes conversas. A paragem ao pé da minha casa. O doce magia. OS PIOLHOS. A bruxa que morava em frente á escola e metia-nos medo ! O Miguel. Os gato fedorento. O teatro da academia Star’s e das Rosas Inglesas. Os filmes de terror. A nossa panca por Blair Witch. Os ídolos da escola. Quando pensámos que haviam espíritos no prédio da Alexandra, as minhas discussões com ela, porque tinha medo de te perder e vocês andavam mais próximas que nunca. Os passeios. TUDO.
Lembro-me de muita coisa.
Como tu dizes, a imperfeição faz a coisa perfeita e nós somos assim. Não é tudo bom, mas o mau também não tira a beleza.
És família e por isso já nem preciso prometer-te que vamos ficar juntas muitos mais anos. Por tudo o que já sofremos, chorámos, aprendemos, sorrimos, ultrapassámos, conseguimos e conquistámos juntas…OBRIGADO. Pelo nosso sonho de teatro que temos e vamos conseguir. Pelo teu de quereres seguir para a frente com a banda, espero que consigas. Vou apoiar-te em tudo. Com a maior força. Conta comigo sempre para tudo, pode até parecer que não estou nem aí, mas vou ouvir-te.
Vamos continuar, não eu e tu, mas sim NÓS !
Metade de ti sou EU, metade de mim és TU.
AMO-TE Márcia, porque tu não existes só para me fazer rir.
Vamos para o chapitô ?
Não esperes que te diga tudo. É praticamente impossível.
Sei dizer que foram 5 anos maravilhosos.
Começámos tão mal, por tua culpa. Malvada.
Sabes perfeitamente que a nossa amizade não era como as outras, até cheguei a dizer-te uma vez que nós nem parecíamos amigas (que ingénua). O que me fazia pensar isto era o facto de sempre que estávamos juntas só riamos. MAIS NADA ! Pensei que isso começava a ser estúpido, porque achava que as melhores amigas só se aconselhavam-se e apoiavam, não se “cagavam” a rir, sempre, por tudo. Mas esqueci-me que rir com quem mais gostamos e com gosto é das melhores coisas da vida. Esqueci-me que ao sorrirmos por tudo, já estávamos a melhorar as coisas. Esqueci-me que o sorriso de alguém pode fazer-nos muito felizes. Esqueci-me que tinha uma GRANDE PESSOA a meu lado e que a tua felicidade fazia a minha.
Se formos a ver os nossos momentos têm um recheio especial fantástico. Contando com os maus, que nus servem sempre para alguma coisa. Márcia, sempre foste um mundo para mim. Aprendemos tanta coisa juntas. Já dissemos coisas sem pensar, já discutimos, já levas-te chapadas merecidas (e eu também levei). Até chegámos a pensar que tudo isto já se tinha acabado, mas no fundo estávamos distantes de nós próprias. Continuamos aqui. A nossa é a amizade mais bonita que conheço, porque somos felizes verdadeiramente e unidas em tudo. Tenho a certeza que VIVI tudo, o que já lá vai, com a maior intensidade, todos os momentos e pequenos pormenores. Por vezes até pode parecer que esqueci tudo, mas não. Nunca esqueci.
Desde que te conheço que sei que és diferente. És á tua maneira. E uma maneira especial. Lembro-me que sempre gostaste de ter o teu próprio estilo, os teus acessórios, a tua moda. Um dia, no nosso 6º ano, quando ainda se via muuuuito pouco isso por aí, apareces-te de gravata na escola, com uma saia escocesa curta. Achei que estavas linda. Foste tão original, mais ninguém usava. Pelo menos ali ! Foi a partir desse dia que mudas-te completamente. Continuando…
És uma pessoa fantástica, és a que faz tudo valer a pena, és a que vou querer lembrar sempre, és a minha vai na volta e diz que me odeia porque está irritada com outro mundo, és a que dá o conselho mais certo que haver morangos no Verão, és a minha actriz preferida, és uma inspiração, és um orgulho, és aquela que me tira do medo, das angústias com uma conversa e gargalhadas. És a pessoa que mais devo dinheiro e não faço intenções de pagar. És aquela que me lê os pensamentos, e basta um olhar para soltarmos a gargalhada mais profunda e duradoura, ou então algo mais sério. És a que mais confio. O meu sonho de teatro quero segui-lo contigo, porque tudo o que já sabemos sobre isso aprendemos e praticámos juntas. És muito implicativa. Tens uma capacidade de me tirar os nervos fantástica. És a Márcia que por mais distante e vazia que estejas comigo, vou amar-te sempre.
Aceito tudo da tua parte, porque te compreendo e desde que para ti esteja bem, para mim também está. Sei que não me vais desiludir, sei que á primeira lágrima que me cair, seja pelo que for, tu vais limpá-la e sofrer comigo.
As nossas conversas só nós percebemos, estamos sempre em sintonia. É contigo que falo uma língua estranha qualquer, e tu respondes como se percebesses. Já conheço os teus tiques, as tuas manias, até onde vai a tua coragem. Sei que jamais desistirias da vida. Sei que não baixas os braços por nada. Tens medo do corredor da minha casa, e sempre que lá passas ao escuro, dás um grito, agarras-me a mão, tremes por todos os lados e corres para o quarto comigo (desato a rir). Amas ser o centro das atenções. Quando estás nos dias NÃO, nem me olhas nos olhos. Sei que quando estás a tomar atenção a alguma coisa fechas só um olho. Sei que tens que apanhar o cabelo pelo menos 3 vezes ao dia. Sei que se te fizer rir até chorares, ficas cheia de falta de ar e toda vermelha. Tens um perfume diferente todos os dias. Sei o que estás a sentir sem dizeres uma única palavra. Sou capaz de ficar cheia de fome e dar-te o meu bolinho de chocolate. Já sei que quando vens a minha casa convém eu ter queijo ! Tens a inevitável mania de falar mal de todas as pessoas que passam por ti. Começas a babar-te quando te mexem no braço devagarinho com as pontas dos dedos. Fazes tudo com um objectivo. (…)
Desde que tenho bem a noção da minha vida que estás comigo, a meu lado. Para onde quer que eu vá, sei que algures estás lá sempre tu.
Tempos e tempos passados contigo nunca me cansam.
Não tenho medo da sinceridade contigo, porque sei que a aceitas e eu aceito a tua. Nem penso na maneira como vou agir, porque já me conheces (talvez melhor que eu própria) e perdoas-me sempre.
Mentira, falsidade, ciúme, e desconfiança não existem no nosso dicionário.
Se ficasses uma semana na minha casa era o mesmo que estar lá eu. Cada palavra que dizemos serve de paródia. A comermos juntas cuspimos tudo, e só o meteres a bebida á boca matamo-nos a rir. Tudo com uma naturalidade enorme que para nós já nem é estúpido. Ninguém nus faz rir como rimos juntas. É único. É lindo.
Há barreiras da tua vida que não permites que ninguém invada, e eu respeito. Não tenho que saber tudo (ninguém tem). Tens esse direito. Falamos muita coisa, tudo o que temos necessidade de falar, falamos sem problema.
Agora voltemos tempos atrás, e recordemos as tantas coisas inesquecíveis:
O que me lembro melhor e como se fosse hoje, foi aquela hora de almoço que íamos a minha casa. Reparei que não tinha chave e o pessoal estava a trabalhar. Tínhamos que almoçar na mesma e a única alternativa era saltar pela janela do meu quarto. Mas era do lado da horta do velho, o muro com rede tinha quase 3m de altura ! Eu tinha medo. Só podia passar agarrada a uma corda por cima do telhado dum barracão podre de velho e cheio de ratos mesmo a cair. Eu arrisquei e passei por aquilo. A hora de almoço já estava a acabar, passámos o tempo todo a pensar o que íamos fazer e agora era tarde. Cheguei perto da janela mesmo a cair e a rir que nem uma perdida, abri-a e saltei para dentro. O que é que eu vejo? A minha irmã sentada ao computador, como se nada fosse. PASSEI-ME COMPLETAMENTE ! Lembro-me da única coisa que ela disse: “O que é que estás aí a fazer? :O”, senti-me uma ladra. Fui abrir-te a porta para veres a situação mais estúpida que tinha acontecido e fomos embora (somos ou não estúpidas?)
Todas as segundas levávamos dinheiro para a semana toda, gastávamo-lo num dia a almoçar hambúrguer e batatas fritas na churrasqueira ! Se eu não tinha dinheiro tinhas tu e vice-versa.
Íamos para a casa da Alexandra todas as horas de almoço, e tentávamos roubar-lhe comida. Porque ela era super egoísta e nunca nos oferecia nada, mesmo quando tínhamos fome. Jogávamos EYE TOY até suarmos como uns camelos e chegávamos atrasadas ás aulas.
O jogo do copo, que demorámos montes de tempo a começar, porque eu estava cheia de medo. E quando começámos pedimos que o espírito nos desse uma pista e bateu qualquer coisa na janela. Ficámos super assustadas, fomos ver, e era o Miguel a gritar para abrirmos a porta do prédio para jogar também ! Que cúmulo.
Quando passámos um período inteiro a jogar Silent Hill na PS2, também na casa da Alexandra. Fazíamos daquilo uma coisa real.
Uma hora de almoço na minha casa em que te ris-te tanto, tanto, tanto que ao te deitares bates-te com a cabeça num espelho e partiste-o ! Riste-te ainda mais, sem conseguires parar e ficas-te cheia de falta de ar. Quando voltámos para a escola, fingis-te que tinhas ficado deficiente por teres batido com a cabeça.
Ainda brincámos ás barbies, que queridas. Os jogos estúpidos no meu quintal. As aulas em que só nos interessava ouvirmo-nos uma á outra, mas sempre passámos de ano e sabíamos tudo. A professora de inglês, aquele cúmulo de mulher ! O Ruben e o Daniel. Aqueles bancos ao lado do primeiro pavilhão, onde tivemos grandes conversas. A paragem ao pé da minha casa. O doce magia. OS PIOLHOS. A bruxa que morava em frente á escola e metia-nos medo ! O Miguel. Os gato fedorento. O teatro da academia Star’s e das Rosas Inglesas. Os filmes de terror. A nossa panca por Blair Witch. Os ídolos da escola. Quando pensámos que haviam espíritos no prédio da Alexandra, as minhas discussões com ela, porque tinha medo de te perder e vocês andavam mais próximas que nunca. Os passeios. TUDO.
Lembro-me de muita coisa.
Como tu dizes, a imperfeição faz a coisa perfeita e nós somos assim. Não é tudo bom, mas o mau também não tira a beleza.
És família e por isso já nem preciso prometer-te que vamos ficar juntas muitos mais anos. Por tudo o que já sofremos, chorámos, aprendemos, sorrimos, ultrapassámos, conseguimos e conquistámos juntas…OBRIGADO. Pelo nosso sonho de teatro que temos e vamos conseguir. Pelo teu de quereres seguir para a frente com a banda, espero que consigas. Vou apoiar-te em tudo. Com a maior força. Conta comigo sempre para tudo, pode até parecer que não estou nem aí, mas vou ouvir-te.
Vamos continuar, não eu e tu, mas sim NÓS !
Metade de ti sou EU, metade de mim és TU.
AMO-TE Márcia, porque tu não existes só para me fazer rir.
Vamos para o chapitô ?
( Sim, estou com lágrimas nos olhos. Porque o sorriso enorme que tenho Hoje deve-se a ti).

Adoro o teu blog **.
ResponderEliminarEscreves muito bem, mas já te tinha dito (:
Amo-te inês @