segunda-feira, 14 de março de 2011

sanguessunga pfffffff

Estou mesmo a ficar sem tempo. É inevitável.

‘Fia, tu não fazes ideia do quanto me custa dizer-te “não posso”. Quer dizer, até fazes, porque és obrigada a dizer-mo muitas vezes. Parece que é um bocado de nós que cai ao chão de uma altura de 5 andares. Não é?

Há tanto tempo que não vejo o Ricardo. Há tanto tempo que não vou ao núcleo. Há tanto tempo que não estou com o Zé.

Só agora é que percebi a postura que devo ter naquela escola. Só agora é que deixei de andar na lua. E para isto acontecer tive que ouvir a Inês, a Jani, tive que me ouvir a mim, tive que deixar de ir á José Afonso, tive que pôr-me de castigo e impor-me regras e tive que ter força para aceitar convites para passar o fim-de-semana em Cascais/Sintra. Não me arrependo de nada, só fiz bem. Acho que é assim que se cresce. Estou no caminho (se não, digam-me).

Eu não queria dizer isto, mas é a verdade: foi preciso ir para a EPTC para abrir os olhinhos para a vida.

Então, como é que acham que me sinto? Feliz, obvio.

‘Fia, eu sei que vais seguir aquilo que queres. Eu sei que vais ser livre. Eu sei que te vais tornar brilhante, muito brilhante. Só tem importância aquilo queremos. Não dês importância àquilo que não merece. Não te gastes com isso. Isso também enferruja. Eu acredito em ti. Força, miúda. Tu consegues mais que aquilo que pensas. Quando encontrares aquela estrada (a tua), vais surpreender-te contigo mesma. Vou estar aqui para ver.


Ora bem, continuemos enton.

1 comentário:

  1. Linda linda linda
    eu sei que vais ficar com menos tempo, muito menos tempo, mas quando ya dizes logo ahn? Já sabes, estou sempre aqui <3

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é o quê? fala beeemm